Sexta-feira, Outubro 08, 2010

POR QUE VOTAREI EM JOSÉ SERRA,TAMBÉM NO SEGUNDO TURNO

AUTOR DESCONHECIDO





O Brasil vai bem, obrigado. O desemprego é um dos mais baixos da história recente. O salário mínimo está recuperando o valor de compra. Milhões de brasileiros deixaram a pobreza nos últimos anos. E o Brasil passou quase incólume pela crise financeira internacional que, em 2008, foi um tsunami no mundo. Devemos crescer até 7% este ano.

Só que, ao contrário do que apregoa o PT, nada disso se deve a Lula.


Ele só está surfando em cima da herança bendita que recebeu de Fernando Henrique e da qual se apossou sem pagar direitos autorais.


Lula encontrou o Brasil com a economia saneada pelo Plano Real que, em 1994, quebrou a espinha dorsal da hiperinflação.


A inclusão social começou aí. A hiperinflação era o imposto mais cruel que caía sobre os pobres e os trabalhadores que, até então, viam cada vez mais dias sobrarem ao final dos seus salários.


Lula e o PT ficaram contra o Plano Real, mesmo sabendo que ele era aprovado pelos brasileiros que elegeram FHC, já no primeiro turno, em 94 e 98.


FHC criou a Rede de Proteção Social que desenvolveu cinco programas sociais, entre outros: o bolsa-escola, o bolsa-alimentação (iniciativa de Serra quando ministro da Saúde), o vale-gás, o programa de erradicação do trabalho infantil e o programa para jovens em situação de risco.


Em 2002, essa rede beneficiava 37,6 milhões de brasileiros, com investimento de R$ 30 bilhões.


Lula pegou esses cinco programas sociais e os juntou num só, “inventando” o Bolsa Família, sem pagar direitos autorais, de novo.


Contra o voto do PT, FHC criou o Fundef, que colocou 97% das crianças entre 7 e 14 anos da sala de aula e aumentou os salários dos professores, principalmente no Norte e Nordeste.


No Planalto, Lula esqueceu o que dissera sobre o Fundef e “criou” o Fundeb, também sem pagar direitos autorais.


Lula e o PT se opuseram à Lei de Responsabilidade Fiscal, que acabou com a gastança de prefeitos e governadores. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Antônio Palocci tratou de anunciar que respeitaria essa lei.


Lula e Palocci também anunciaram que haveria um prazo de dois anos para permitir a transição da política econômica de FHC para uma “política dos trabalhadores”.A política de FHC continua sendo executada até hoje, oito anos depois... E ainda acusam FHC de ser “neoliberal”...


Os petistas dizem que FHC quebrou o monopólio do petróleo. É mentira.


O monopólio passou para a competência da União e a Petrobrás ficou liberada para firmar parceria com empresas estrangeiras. Foi a atuação da Petrobrás com a British Petroleum e a portuguesa Galp que permitiu a descoberta do megacampo de Tupi e do petróleo do pré-sal.


O PT foi contra a privatização das telecomunicações. Com o monopólio da Telebrás, telefone era item de declaração obrigatória ao Imposto de Renda. Depois da privatização, o telefone celular anda no bolso até das faixas mais pobres da população. Hoje, existem mais celulares no país do que brasileiros...


O PT condenou, até com pontapés, a privatização da Vale do Rio Doce. Entre 1943, ano da fundação, e 1997, quando foi privatizada, a Vale investiu, em média, US$ 481 milhões por ano e teve lucro líquido de US$ 192 milhões. De 1998 até 2009, a CVRD investiu US$ 6,1 bilhões e teve lucro de US$ 4,6 bilhões. O recolhimento de impostos saltou de US$ 31 milhões para US$ 1,093 bilhão por ano.


Embora tivesse denunciado essas privatizações como “neoliberais”, Lula não mexeu nelas. Então, Lula também é neoliberal. Ah, na campanha de 2002, ele chegou a apontar a privatização da Embraer como modelo.


FHC saneou o sistema financeiro. Depois do Plano Real, grandes bancos perderam receita inflacionária e quebraram. FHC criou o Proer e restabeleceu a confiança dos depositantes.


Quando a crise internacional de 2008 bateu aqui, os bancos estavam saneados e não houve a quebradeira que aconteceu nos EUA e Europa.


Em 2008, Lula anunciou que mandaria uma cópia do Proer para ajudar a sanear os bancos dos EUA... De novo, não pagou os direitos autorais.


Lula extinguiu, em 2006, os mutirões criados por José Serra e que atendiam os mais idosos e pobres, operando-os de catarata, varizes, próstata, câncer de mama e colo de útero. A conseqüência foi a explosão dos casos de cegueira por catarata entre os brasileiros mais pobres. A fila de espera por uma cirurgia de catarata não é de menos de seis meses.


José Serra tem 40 anos de história. Foi presidente da UNE, quando ela era, ainda, a União Nacional dos Estudantes e não um covil de pelegos. Exilou-se no Chile, em 1964.


Foi secretário do Planejamento do governador Franco Montoro e coordenou a organização do plano de governo de Tancredo Neves.


Lula e o PT dizem que lutaram pela redemocratização. Eles mentem, de novo, pois ficaram contra a eleição de Tancredo Neves no colégio eleitoral.


Como deputado, Serra tirou do papel o FAT que, hoje, dá um oxigênio ao trabalhador que fica desempregado.


Ministro da Saúde, Serra criou os genéricos. Anunciou que as patentes de remédios não poderiam prevalecer sobre a saúde e conquistou o apoio da Organização Mundial da Saúde. Desde então, as patentes dos medicamentos podem ser quebradas em caso de risco de pandemias ou emergências. Serra multiplicou por 9 as equipes do Programa de Saúde da Família. Criou também os mutirões de saúde. E promoveu campanhas de vacinação para os idosos.


Já Dilma Rousseff faliu como dona de uma lojinha que vendia produtos a R$ 1,99 em Porto Alegre. Secretária das Finanças de Porto Alegre, deixou a Prefeitura falida, como denunciou o seu sucessor, Políbio Braga. Ministra das Minas e Energia, Dilma apagou do site do MME as realizações do Luz no Campo criado por FHC. Depois, “inventou” o Luz para Todos, também sem pagar direitos autorais. Escolhida candidata, indicou Erenice Guerra para substituí-la na Casa Civil. Erenice tratou logo de arrumar “bolsas-família” e confortáveis sinecuras para o maridão, os filhos, os irmãos, os cunhados, os namorados e as namoradas dos filhos e velhos amigos.


Dilma é uma cristã-nova no PT. Vai ser refém de petistas como José Dirceu, que domina a máquina, foi o chefe do mensalão e não tem escrúpulos.


Dilma será uma nova Isabelita Perón que, ao suceder o marido, Juan Domingo Perón, como presidente da Argentina, na década de 70, não conhecia o país (vivera na Espanha) e nem o Partido Peronista. Tornou-se refém do ministro da Previdência, José López Rega, que era um fascista e iniciou uma guerra de extermínio contra os peronistas de esquerda. O país mergulhou numa guerra civil não declarada e na hiperinflação. Os militares deram um golpe e enfiaram a Argentina nas trevas da ditadura e da “guerra suja” das quais não se recuperou até hoje.


José Dirceu já percebeu as fraquezas de Dilma. Quando anunciou que a sua eleição seria o fortalecimento do PT, estava se candidatando a ser o López Rega de Dilma.


Não podemos deixar Dilma e Dirceu transformem o Brasil numa imensa Argentina.


Por isso, voto em José Serra e também peço seu voto para que salvemos o Brasil.

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Comissão de Agricultura aprova revisão de índices de produtividade

Os parlamentares da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovaram, na quarta-feira (14/maio), o Projeto de Lei 78/07 do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) que altera a Lei 8629/93. O relator do projeto, deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), apresentou parecer favorável, com substitutivo. O PL estabelece alternativas à proposta do Governo Federal que pretende reajustar os índices de produtividade mínima das propriedades rurais.

No projeto são definidos novos parâmetros de produtividade do imóvel rural para fins de reforma agrária. Entre os parâmetros há um sistema que tem por base um laudo de avaliação técnico-agronômico, elaborado por profissional habilitado em ciências agrárias. O laudo deve considerar os níveis de produtividade, mas não de forma exclusiva nem estática.

Para Vilela a proposta de reajuste do governo é inaceitável. "Precisamos encontrar soluções compatíveis para o setor. Por isso trabalhamos exaustivamente", ressalta o deputado. Ele lembra que a proposta de reajuste da tabela dos índices de produtividade mínima, apresentada em audiência pública no Senado Federal, em maio de 2006, sofreu resistência de todo o setor ruralista. "Se a revisão dos índices for aprovada como quer o governo, boa parte das propriedades brasileiras poderão estar na mira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)", destaca. Já o deputado Duarte Nogueira ressaltou que as medidas de produtividade para efeito de reforma agrária precisam considerar a racionalidade econômica em conjunção com a sustentabilidade. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).



Audiência pública discutirá insumos agropecuários

Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram requerimento de autoria de Vilela que solicita a realização de audiência pública para discutir as ações governamentais frente ao alto custo dos insumos agropecuários. De acordo com o deputado, o Governo Federal não tem adotado nenhuma ação no sentido de solucionar ou adotar estratégias que possibilitem o aumento da produção dos insumos e fertilizantes e a conseqüente redução de custo para o produtor e, em última análise, para o consumidor da cadeia produtiva. A reunião ainda não tem data prevista.



Samara Carvalho
Assessoria de Comunicação deputado federal Leonardo Vilela (PSDB-GO)
( (61) 3215-5934/ (61) 8178-9056

Segunda-feira, Maio 12, 2008

Soluções da Bayer CropScience contribuem para a melhoria da fibra de algodão

O valor comercial do algodão está diretamente relacionado à qualidade de sua fibra, que é avaliada de acordo com a uniformidade, comprimento, resistência, finura e pureza (limpeza). Para os cotonicultores é imprescindível utilizar recursos que propiciem estas características num curto espaço de tempo. Dentro deste cenário, a Bayer CropScience oferece duas soluções para atender às necessidades específicas dos produtores de algodão. Trata-se de Finish e Dropp Ultra SC, produtos que atuam no metabolismo hormonal da planta do algodão, alterando os processos de maturação dos frutos e da queda das folhas.
Existem inúmeras vantagens em promover uma maturação mais rápida no algodoeiro. Além de antecipar e uniformizar o amadurecimento e a abertura das maçãs, o capulho fica menos exposto a fatores ambientais como chuva, poeiras e outras sujeiras. Ao final, o cotonicultor obterá um capulho mais resistente. A experiência de Elias Hill, gerente da fazenda Cachoeirinha em Caiapônia/GO, especialmente com a aplicação do Finish, atesta os bons resultados. “A principal vantagem para o produtor é obter uma boa qualidade de fibra, que é bem valorizada pelo mercado. A aceleração do amadurecimento do capulho possibilita a uniformização do plantio de algodão e conseqüentemente uma colheita única, o que representa benefícios econômicos em produtividade”.
Outro recurso usado na cultura do algodão é acelerar a desfolha para garantir que a planta desvie seus recursos para a parte reprodutiva (formação da fibra) e favorecer o rendimento no processo de colheita mecânica. Quanto mais folhas, mais difícil a colheita do algodão, o que pode prejudicar a qualidade da fibra. Os desfolhantes devem ser utilizados porque o algodoeiro – mesmo depois de produzir – continua emitindo folhas e estruturas frutíferas, o que pode prejudicar o potencial produtivo da lavoura.
Os produtos da Bayer CropScience agem exatamente nestes dois sentidos. O Finish, além de promover o amadurecimento mais rápido do algodão, propicia um pequeno efeito de desfolha. Já o Dropp Ultra SC promove a ruptura no pecíolo (haste que une a folha ao caule) e a folha cai ainda verde, sem atingir a pluma ou sujá-la. A folha seca se despedaça e pára sobre a pluma, acarretando o problema conhecido como pimentinha, o que reduz o valor da fibra.
Segundo o engenheiro agrônomo da Guerra Consultoria, Jonas Guerra, a aplicação do Finish e do Dropp Ultra SC em geral deve ser realizada a partir do momento em que 75 a 80% das maçãs estiverem abertas. “Como o algodão fica por menos tempo exposto às intempéries e pragas, ele pode ser classificado numa tipagem superior, com um valor de comercialização maior. Outro fator é que, ao programar melhor as épocas de colheita, o agricultor otimiza o uso do maquinário e, por conseqüência, obtém uma fibra muito melhor”.
Os benefícios podem ser comprovados por meio de ensaios de qualidade realizados na safra 2006/2007, principalmente nos Estados da Bahia e Mato Grosso do Sul. “Os experimentos apontaram ganhos de até U$85/ha nos tratamentos com os produtos da Bayer CropScience em relação aos da concorrência”, finaliza o consultor.

Algodão com mais vigor
O Finish e Dropp Ultra SC integram o Linha Forte Fibra Forte, programa desenvolvido exclusivamente para atender às necessidades da cultura do algodoeiro. Por meio do programa diferenciado desenvolvido pela Bayer CropScience, os cotonicultores contam com o portfólio de soluções de alta performance que proporcionam maior vigor às plantas de algodão, contribuindo para a produção de uma fibra de melhor qualidade, o que trará mais rentabilidade no final da safra.
O Linha Forte Fibra Forte é estruturado de acordo com as necessidades de cada produtor e conta com uma das linhas mais completas para o manejo da cultura, desde sementes com alta tecnologia até maturadores e desfolhantes. O produtor que adota o programa da Bayer CropScience consegue otimizar a performance das soluções no controle de pragas e doenças, podendo obter lavouras com mais vigor e alto potencial produtivo.
Outro diferencial do Linha Forte Fibra Forte é a assistência técnica especializada, oferecido pela equipe de campo da Bayer CropScience, profissionais altamente preparados para auxiliar o produtor durante toda a safra. A equipe técnica da Bayer CropScience pode fornecer informações diferenciadas para o manejo mais adequado das lavouras.

Sobre a Bayer CropScience
O Grupo Bayer é uma empresa global baseada em pesquisa e voltada ao crescimento. Suas principais competências concentram-se nos campos de cuidados de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience AG, subsidiária da Bayer AG, com faturamento anual de cerca de EUR 5,8 bilhões (2007), é líder mundial entre as empresas inovadoras no setor de ciências agrícolas nas áreas de proteção de cultivos, controle de pragas não-agrícolas, sementes e biotecnologia das plantas. A empresa oferece uma excelente gama de produtos e extensivos serviços de apoio, tanto para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável quanto para aplicações não-agrícolas. A Bayer CropScience conta com uma força global de trabalho de cerca de 17.800 colaboradores e tem representação em mais de 120 países. No Brasil, conta com mais de 900 colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e uma Estação Experimental no Estado de São Paulo.
Visite o site da empresa: www.bayercropscience.com.br

Bayer CropScience – Comunicação Corporativa
Fabiana Pinho - tel: (11) 2165-7782 / 8644-8507
Claudia David - tel: (11) 2165-7798

LVBA Comunicação
Daniela Ono - tel: (11) 3039-0668
Mayra Martins - tel: (11) 3039-0664

Quarta-feira, Abril 16, 2008

Segunda-feira, Abril 07, 2008

Fazenda Paredão inova ao realizar 1º Workshop Pecuária Brasil com foco nas fraquezas e desafios da pecuária nacional

As perspectivas, fraquezas e desafios da pecuária no Brasil foram os temas escolhidos por Nelson e Claudia Pineda, da Fazenda Paredão (Oriente-SP) para compor o Workshop Pecuária Brasil que será realizado em 26 de abril, às 08:00hs, abrindo a programação de eventos da Fazenda, que reunirá ainda, leilões de matrizes e reprodutores Nelore e novilhas Girolando.
O workshop, que ocupará o espaço do tradicional dia de campo da Fazenda Paredão, é resultado da pesquisa de campo realizada em 2007, que mostrou o interesse dos pecuaristas em conhecer os rumos da pecuária nacional, diante de um cenário positivo envolto pelo mercado aquecido, bons preços da arroba, oportunidades e novos mercados, mas também por aspectos negativos como os embates com a União Européia, problemas ambientais, sociais e fundiários que acabam por gerar instabilidade no setor e inibição de novos investimentos.
A discussão no Workshop contará com a presença dos especialistas Marcos Fava Neves (Pensa/USP), coordenador do debate; Ian Hill, diretor da Agropecuária Jacarezinho, que fará uma análise sobre a produção agropecuária; Fernando Nunes Carvalho do Grupo Matsuda, que abordará questões relacionadas aos insumos; Eduardo Pedroso, gerente do Grupo Independência, que apresentará o posicionamento da indústria; e Antonio Balbino, da Agropecuária Antonio Balbino, que contribuirá com a mesa-redonda expondo sua visão sobre as novas fronteiras da pecuária. Cada integrante terá aproximadamente trinta minutos para suas considerações - transmitidas ao vivo pelo Canal do Boi, e mais quinze minutos de perguntas. Ao final, Marcos Fava Neves fará o resumo e apresentação de propostas.
"O Workshop será uma oportunidade para discutirmos juntos os rumos da pecuária mundial e encontrar soluções para minimizar fatores que limitam a expansão do mercado de carne brasileira e a conquista de novos clientes, como a flutuação cambial que influencia as exportações do país, a falta de infra-estrutura e a ausência de zoneamento agro-ambiental", explica Pineda.
O equilíbrio entre oferta e demanda, o crescimento asiático e a possibilidade de estabelecer o comércio de carne bovina com a China, além de outras perspectivas de mercado, também farão parte do debate. "O setor agropecuário está apostando na redução de práticas protecionistas e no aumento de competitividade. Além disso, a diminuição das fraquezas da pecuária proporcionará maior crescimento produtivo, estabilidade e rentabilidade à atividade", completa Nelson Pineda.

Mais de 80 anos de história
A Fazenda Paredão foi fundada em 1926 pelo imigrante suíço Max Wirth. A propriedade caracterizou-se durante três gerações pelo uso e a implementação de novas tecnologias, além do incentivo à pesquisa agropecuária. O banco de dados da Paredão tem servido de base para várias defesas de teses no Brasil e no exterior. A seleção de gado Nelore da fazenda iniciou-se em 1947 com a aquisição de novilhas dos criatórios de Rocha Miranda e Gerson Prata. Os primeiros reprodutores foram adquiridos da Fazenda Indiana, de Durval Garcia de Menezes. Posteriormente, utilizaram-se maciçamente reprodutores filhos de Golias, comprados de Torres Homen Rodrigues da Cunha. As primeiras provas de ganho de peso da Paredão datam dos anos 60 e as primeiras transferências de embriões, de 1989.

Evento: Workshop Pecuária Brasil – Vantagens, Desafios e Fraquezas
Local: Fazenda Paredão, Oriente (SP)
Data: Dia 26, às 08 horas
Transmissão: Canal do Boi
Informações: Fazenda Paredão (tel. 14 3456-1214)


Texto Assessoria de Comunicações (tel. 11 2198 1888)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

Samba do Cartão Corporativo

BRASIL um PAÍS de todos, onde os CARTÕES CORPORATIVOS são para poucos ...


Segunda-feira, Março 10, 2008

Mulheres produtoras rurais protestam contra barbárie da Via Campesina

O Dia Internacional da Mulher foi marcado por uma manifestação que dignificou todas elas e mostrou que o campo e o agronegócio estão muito acima das badernas registradas esta semana. Mulheres produtoras rurais de 12 cidades do RS realizaram um protesto pacífico, inteligente e charmoso contra a barbárie promovida pelos bandoleiros da Via Campesina.
As mulheres, vestidas de branco, deram um abraço simbólico na Fazenda Tarumã, de propriedade da empresa Stora Enso, e que foi brutalmente invadida na última terça (04.03) em Rosário do Sul. Estiveram presentes autoridades do poder público e lideranças políticas. O manifesto foi organizado pela Comissão de Produtoras Rurais da Farsul (Federação da Agricultura do RS).
"É uma situação de muita tristeza e indignação. Percebe-se que as pessoas que fizeram isso não têm um mínimo de sensibilidade, não têm amor à vida", disse Janeri Nunes Moreira, uma das organizadoras do evento. "Esse ato das produtoras é visto com bons olhos, pois mostra que as pessoas de bem não concordam com esse vandalismo. Os gaúchos não toleram mais essa truculência", completou o sub-comandante geral da Brigada Militar, Paulo Roberto Mendes, que participou da operação de retirada da Via Campesina do local.

www.diegocasagrande.com.br

Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008

Encontro “Relacionamentos & Negócios” na Feinco quer intensificar relações comerciais entre produtores e frigoríficos

Parceria entre a feira, a Aspaco e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas busca aproximar os elos da cadeia produtiva e criar oportunidades de negócios

Os negócios na ovinocaprinocultura estarão a pleno vapor entre os dias 11 e 15 de março, durante a 5ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco), no Centro de Exposições Imigrantes (SP). Aproveitando o público que visitará o local, o Sebrae-SP, em parceria com o Agrocentro, empresa promotora do evento, e a Associação Paulista dos Criadores de Ovinos (Aspaco), promoverá no penúltimo dia da feira (14/03) um evento que ajudará a aproximar os diversos elos que integram a cadeia produtiva.
O encontro, batizado como “Relacionamentos & Negócios”, colocará em um mesmo espaço produtores rurais - de confinamentos coletivos e individuais – e representantes de abatedouros e frigoríficos. O objetivo é viabilizar o contato entre vendedores e compradores do setor, intensificando as relações comerciais e criando novas oportunidades de negócios.
Para isto, será realizado um coquetel, onde haverá a apresentação de cada um dos participantes. Todos os presentes estarão identificados com crachás. Consultores de agronegócios do Sebrae-SP estarão presentes, intermediando o contato entre os participantes.
Na ocasião, os criadores terão a chance de apresentarem seus produtos, enquanto os industriais poderão mostrar as potencialidades de suas empresas. O encontro terá um caráter menos formal que uma rodada de negócios, com foco na aproximação entre os segmentos produtivos, o que possibilitará a troca de contatos para negociações futuras.
“Nossos objetivos com ações como o “Relacionamentos & Negócios” vão muito além dos cinco dias de feira. Queremos prosperar as redes de relacionamentos entre quem produz e quem repassa para o consumidor, o que fortalece o mercado”, explica Décio Ribeiro dos Santos, diretor do Agrocentro.
Poderão participar do encontro produtores individuais e de confinamentos coletivos com capacidade de fornecimento de lotes acima de 100 animais e representantes de abatedouros e frigoríficos dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Espírito Santo, Goiás e Santa Catarina.
O evento será realizado no espaço Cozinha Interativa Feinco / Savana, a partir das 16h. Interessados em participar do “Relacionamentos & Negócios” podem obter mais informações pelo e-mail rodada.negocios@sp.sebrae.com.br.

Fomento ao setor - O encontro “Relacionamentos & Negócios” é mais uma das diversas oportunidades que criadores, especialistas e investidores encontrarão na Feinco 2008, maior feira indoor do setor na América Latina. Focada no desenvolvimento da ovinocaprinocultura, a feira deverá atrair mais de 25 mil visitantes do Brasil e Exterior.
Segundo os organizadores, a movimentação de negócios deste ano deverá ser 10% maior que em 2007. Cerca de 300 expositores estarão presentes nos 40 m2 reservados para a feira. Ao todo, quatro mil animais de elite de mais de 20 raças estarão presentes no local para participar de exposições nacionais e mundiais, vendas diretas e dos 13 remates já confirmados para a feira. A Feinco 2008 trará também uma extensa programação voltada para o setor, como o III Congresso Internacional Feinco e o espaço Cozinha Interativa Feinco/Savana, entre outras atrações.

Mais informações pelo site www.feinco.com.br, pelo e-mail feinco@agrocentro.com.br ou pelo telefone (11) 5067-6767.


Texto Assessoria de Comunicações tel. (11) 2198-1888
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

Embrapa promove curso sobre controle de plantas invasoras em integração lavoura-pecuária

Chamada: A Embrapa Gado de Corte oferece mini-curso sobre controle de invasoras em integração lavoura-pecuária durante a Dinapec 2008. O objetivo é incentivar a adoção do sistema e mostrar ao produtor a possibilidade de manejo das plantas invasoras. Leia mais.
Fomentar a integração lavoura-pecuária e demonstrar a possibilidade de manejo das invasoras no sistema de produção. Este é o objetivo do curso “Controle de invasoras em integração lavoura-pecuária”, que acontece dia 13 de março na programação da Dinapec 2008, evento agropecuário realizado pela Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
De acordo com especialistas a integração lavoura-pecuária (ILP) confere maior eficiência aos sistemas produtivos e ajuda a reduzir a pressão por abertura de novas áreas de pastagens. A implementação da ILP proporciona a recuperação do potencial produtivo das propriedades; o aumento da produção de grãos, carne e leite; a sustentabilidade dos sistemas; a melhoria do manejo e da conservação do solo e da água, além da elevação da renda do produtor rural.
“A integração lavoura-pecuária é uma importante forma de rotação de culturas economicamente viáveis para o Mato Grosso do Sul”, afirma o engenheiro-agrônomo e pesquisador da Fundação MS, Ricardo Barros, um dos instrutores do mini-curso, que acontecerá dentro da programação da Dinapec 2008,dia 13 de março, das 9 às 12 horas, na Embrapa Gado de Corte.
As 25 vagas disponíveis serão preenchidas por ordem de chegada e o custo da inscrição é R$ 20,00 (vinte reais).
O endereço da Embrapa Gado de Corte é BR 262, Km 4, Vila Popular, na saída para Aquidauana.

Adriana Brandão - Jornalista
CE01067JP
(67) 3368.2144